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Carvalho da Biblioteca

BIODIVERSIDADE, ÁRVORES E SINGULARIDADES
Jorge Paiva
Biólogo
Centre for Functional Ecology - Science for People & the Planet. University of Coimbra

 

As árvores, por serem plantas longevas (ex. ca. 5.000 anos tem um pinheiro-da-califórnia, Pinus longaeva) são testemunhas de alterações climáticas, de alguns ecossistemas que existiram, assim como da actividade tectónica das placas da crosta terrestre. Além disso, por serem lenhosas, fossilizam melhor do que as ervas e alguns dos respectivos fósseis são, igualmente, testemunhos da história da cobertura florestal do Globo e da deriva continental.
As árvores funcionam como autênticas fábricas vivas de nutrientes, utilizando ingredientes tão simples como a água e sais minerais absorvidos através das raízes, o dióxido de carbono da atmosfera e a luz do sol como fonte de energia. Uma particularidade destas fábricas é que o seu funcionamento não provoca qualquer poluição, melhorando até a qualidade do ar que respiramos, contribuindo, assim, para a nossa saúde e bem-estar.
No entanto, estas plantas notáveis podem ter, para pessoas diferentes, significados diversos. Para os nossos antepassados, constituiu a principal fonte de alimento, de combustível, de protecção e ainda objecto de culto. Lendas como a do carvalhal de Fóloe, num planalto da Grécia, entre a Élide e a Arcádia (predominantemente de Quercus frainetto), onde se acoitavam dríades e centauros (chefiados pelo centauro Phólos) e a da figueira-dos-pagodes, considerada sagrada (Ficus religiosa) no hinduísmo e budismo, são prova da admiração que as árvores nos merecem. Alguns topónimos (ex. Castanheira de Pera, Pinhal Novo e Teixoso), patronímicos (ex. Oliveira, Carvalho e Nogueira) e até pseudónimos (ex. Miguel Torga, Constâncio de Carvalho e João de Oliveira) são, também, disso testemunho. Para o homem actual pode representar uma sombra aprazível, um elemento de adorno da paisagem, fonte de madeira, de pasta para papel, de resinas, de alimentos (ex. frutos) e de substâncias com aplicação medicinal e cosmética. Para os restantes seres vivos, as árvores fornecem alimento, abrigo e até mesmo suporte físico e alguns animais chegam até a explorar preferencialmente certas partes das árvores, estando dependentes destas para sobreviverem. Como se tudo isso não bastasse, as árvores são, dos seres vivos que se conhecem, os que atingem maiores dimensões e maior longevidade. São testemunhos vivos da história e do clima do passado.
Nas florestas, onde predominam árvores, há muita biomassa disponível para muitos seres vivos. As florestas são, pois, ecossistemas de elevadíssima biodiversidade.
Na Natureza, há árvores de enorme biomassa como, por exemplo a Gilbertiodendron maximum (Gabão), descrita em 2015, com 100 toneladas e 45 m de altura e uma Sequoiadendron giganteum (leste dos U.S.A.) com 1487 m3 de volume; altíssimas, com o máximo de 116 m de altura de uma Sequoia sempervirens (leste dos U.S.A.) e até tão baixas e atarracadas, que constituem autênticos bonsais naturais como, por exemplo, a Cyphostemma uter (Angola e Namíbia),
Além disso, muitas árvores possuem características muito singulares adaptativas aos ecossistemas e aos polinizadores e dispersores dos seus diásporos.
Por outro lado, sobre as árvores vivem muitas plantas (epífitas), como musgos, fetos, orquídeas e até arbustos, muitos animais, como mamíferos, aves, moluscos, insectos, fungos e microrganismos.
Uma árvore não é, pois, apenas um indivíduo; é um conjunto de ecossistemas. Quando se abate uma árvore, destroem-se muitos ecossistemas.

 

Biografia Dr. Jorge Paiva

DADOS BIOGRÁFICOS

 

Jorge Américo Rodrigues de Paiva, nascido em Cambondo (Angola), a 17 de Setembro de 1933, licenciado em Ciências Biológicas pela Universidade de Coimbra e doutorado em Biologia pelo Departamento de Recursos Naturais e Medio Ambiente da Universidade de Vigo (Espanha), aposentado, tendo sido investigador principal no Departamento de Botânica da Universidade de Coimbra, onde leccionou algumas disciplinas, tendo também leccionado, como professor convidado, na Faculdade de Farmácia da Universidade de Coimbra, nos Departamentos de Biologia das Universidades de Aveiro e da Madeira, na licenciatura de Arquitectura Paisagista da Universidade Vasco da Gama de Coimbra, no Departamento de Engenharia do Ambiente do Instituto Superior de Tecnologia de Viseu e no Departamento de Recursos Naturais e Medio Ambiente da Universidade de Vigo (Espanha).
Como bolseiro do Instituto Nacional de Investigação Científica (INIC) trabalhou durante três anos em Londres nos Jardins de Kew e na Secção de História Natural do Museu Britânico. Como fitotaxonomista tem percorrido a Europa, particularmente a Península Ibérica, Ilhas Macaronésicas, África, América do Sul e Ásia, tendo também já visitado a Austrália.
Pertenceu à Comissão Editorial e Redactorial da Flora Ibérica (Portugal e Espanha), da Flora de Cabo Verde e do Conspectus Florae Angolensis, assim como de algumas revistas científicas. Tem sido colaborador (estudo de alguns grupos de plantas superiores) de algumas floras africanas, como a Flora Zambesiaca (Moçambique, Malawi, Zimbabwe, Zambia e Botswana), Flora of Tropical East Africa (Quénia, Tanzania e Uganda) e Flore du Gabon. Assim, tem integrado grupos internacionais de investigadores em estudos e colheitas de material de campo, não só na Península Ibérica, como também em países africanos (Moçambique, Quénia, Seychelles, Tanzania, Zimbabwe, Angola, Cabo Verde e S. Tomé e Príncipe), asiáticos (Timor, Tailandia e Vietname) e americanos (Brasil e Paraguai).
Dos trabalhos de taxonomia em que colaborou como co-autor, o “Catalogue des Plantes Vasculaires du Nord du Maroc (1008 páginas em 2 volumes) foi galardoado pela OPTIMA (Organization for the Phyto-Taxonomic Investigation of the Mediterranean Area) com a Medalha de Prata, como o melhor trabalho sobre Flora Mediterrânica publicado em 2003; e como co-editor e co-autor, a “Flora Ibérica” foi galardoada pela Unión de Editoriales Universitarias Españolas, como a melhor colecção científica editada em 2007 entre as 55 Universidades Públicas Espanholas.
Como palinologista colaborou com entidades apícolas e com os Serviços de Pneumologia da Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra, tendo sido distinguidos dois dos trabalhos que elaborou em colaboração com o corpo clínico desta Faculdade com o 1º Prémio da Sociedade Portuguesa de Patologia Respiratória («Boehringer Ingelheim S.P.P.R., 1979») em 1979, pelo trabalho de colaboração «Pólens e Polinose na Região Centro de Portugal) e o 1º Prémio Anual SPAIC/UCB-STALLERGENES em 1994, trabalho de colaboração "HLA e Alergia — Aplicação ao estudo da Parietaria lusitanica ".
Como ambientalista é muito conhecido pela defesa intransigente do Meio Ambiente, sendo membro activo de várias Associações e Comissões nacionais e estrangeiras. A sua actividade em defesa do Meio Ambiente foi distinguida, em 1993, com o Prémio “Nacional” da Quercus (Associação Nacional de Conservação da Natureza); em 2005, com o Prémio “Carreira” da Confederação Nacional das Associações de Defesa do Ambiente; em 2005, com o Prémio “Amigos do Prosepe” pelo Prosepe (Projecto de Sensibilização da População Escolar) e em 2001 e 2002, com as menções honrosas dos respectivos Prémios Nacionais do Ambiente “Fernando Pereira” conferidas pela Confederação Nacional das Associações de Defesa do Ambiente.
Destacamos ainda o Grande Prémio Ciência Viva Montepio 2014 e a Menção Honrosa na categoria Trabalhos de Divulgação Científica no concurso internacional Ciencia en Acción, que se realizou em julho de 2020, em Barcelona, Espanha, para o seu livro Natal Verde. 30 Anos de Postais de Jorge Paiva (edição do Exploratório - Centro de Ciência Viva de Coimbra.
Ao longo da sua atraente carreira, publicou já mais de cinco centenas de trabalhos sobre fitotaxonomia, palinologia e ambiente, sendo dos mais relevantes, a monografia (Polygalarum africanarum et madagascaiensum prodromus atque gerontogaei generis Heterosamara Kuntze, a genere Polygala L. segregati et a nobis denuo recepti, synopsis monographica in Fontqueria 50: I-VI; 1-346, tab. 1-52 ;1998) com 62 novidades fitotaxonómicas e as obras de educação ambiental A Crise Ambiental. Apocalipse ou Advento de uma Nova Idade 1: 1-36; 1998 e 2: 1-187; 2000 e A Relevância do Património Natural, edição da Câmara de Leiria e Quercus em 2002 destinadas, fundamentalmente, a apoiar os professores que se preocupam com a docência da problemática ambiental. Apresentou variadas comunicações e proferiu diversas conferências em reuniões científicas, congressos, simpósios ou acções pedagógicas (mais de 1 milhar).

 

 

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XVII Seminário Regional de Educação

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XVII Seminário Regional de Educação

Apresentação

Apresentação

 

Quando se fala de evolução temporal e das transformações que a acompanham, entende o bom senso partir do princípio que essa evolução se faz necessariamente no sentido positivo, de patamares do menos, para o mais consistente: melhor ensino, melhor aprendizagem, melhores condições de trabalho, melhores resultados dos alunos, maior satisfação docente.

Ora a realidade escorregadia dos tempos que têm devindo ao presente século, refletida também na Educação, ocasionada essencialmente pela profunda crise económica, política, social e também, dialeticamente, de valores, mostra-nos uma Escola assoberbada por profundas convulsões, esgotada por falta de condições de trabalho, por insatisfação / mau estar docente, por carência de cidadania responsável, entre outras.

Coloca-se, então, a grande questão, que desafios se perfilam para a Escola Pública: cair os braços, deixar-se arrastar e morrer suavemente, ou reclamar para si o direito à primazia, ao protagonismo, à dignificação, à mudança, mas uma mudança sustentável, não uma qualquer mudança demagógica, daquelas onde só o discurso muda.

É neste âmbito de dignificação e de primazia política e social que se enquadra a necessidade de uma reflexão séria sobre as condições e variáveis que giram em torno dos desafios da Escola Pública.

Cartaz

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Programa

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Biblioteca Municipal de Tomar - Auditório 

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Intervenientes

Ana Penim

Ana Teresa Penim
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Nota Biográfica

 

Ana Teresa Penim  tem dedicado a sua carreira profissional à Educação e Formação ou, como prefere dizer, à Aprendizagem ao Longo da Vida.

Licenciada em Psicologia Social e das Organizações e Master em Coaching, tem concebido e liderado projetos educativos e formativos que se distinguem por práticas pedagógicas ativas e inovadoras.

Especialista em Psicologia Positiva e Coaching Apreciativo, foi pioneira em Portugal ao ter escolhido o tema “Coaching de Talentos” para o seu Mestrado em Psicologia Organizacional no ISPA.

Tem sido conferencista e dinamizadora de palestras e eventos sobre Aprendizagem ao Longo da Vida, Práticas Pedagógicas, Liderança de Projetos Educativos, Comunicação, Motivação, Psicologia Positiva, Coaching, entre outros, nomeadamente em Portugal, Espanha, Brasil e Reino Unido.

O reconhecimento como especialista em Educação de Jovens, Formação de Profissionais e Coach de Executivos, deve-se ao facto ter exercido funções em contextos de educação e formação diversificados, como:

• Diretora da Escola de Comércio de Lisboa, durante 13 anos; • Membro do CNE – Conselho Nacional de Educação durante 7 anos, onde coordenou a Comissão Especializada em Educação e Formação ao Longo da Vida; • Responsável de Formação e de Desenvolvimento de Dirigentes e Quadros na Câmara Municipal de Lisboa, durante 8 anos; • Formadora de Professores e Formadores, especialista em métodos e técnicas pedagógicas de suporte ao desenvolvimento de novas competências, em diversos contextos de aprendizagem; • Formadora e Coach Executiva de Líderes e de Profissionais, em organizações nacionais e multinacionais; • Co-Fundadora e Líder da “YouUp-The Coaching Company” (www.youup.pt) e do “INV – Instituto de Negociação e Vendas” (www.inv.pt); • Criadora de conceitos comportamentais inovadores, é autora regular de artigos sobre Educação, Formação, Comportamento e Aprendizagem ao Longo da Vida em revistas especializadas; • Co-autora dos livros: • “Ferramentas de Coaching”, Lidel, 2009; •  “Negociar & Vender”, Lidel, 2008; •   “Atitude UAUme!© – como surpreender na vida pessoal e nos negócios”, Smartbook, 2011; •    “Delírios e Inspirações – palavras e instantes motivacionais”, Topbooks, 2014 • Autora do livro: “A Arte da Guerra da Educação e Formação”, Topbooks, Dez 2014.

 

Resumo da Comunicação
A Arte da Guerra na Educação e Formação

 

Ensinar e aprender ao longo da vida é uma batalha maravilhosa e permanente! Uma batalha para a qual todos somos recrutados e na qual todos queremos vencer, seja na Família, na Escola ou nas Organizações!

As atitudes e competências para a vida – LIFE SKILLS – são armas críticas para se ser feliz e para se gerir com sucesso o percurso pessoal e profissional ao longo da vida. Essas armas adquirem-se na Família, na Escola, no Trabalho e no Lazer. As Comunidades Educativas e Formativas podem, e precisam, de as potenciar. 

Os nobres Guerreiros que dedicam a sua vida profissional à Educação e Formação – Professores, Formadores e demais elementos das Comunidades Educativas - confrontam-se hoje com novos desafios de grande exigência para a sua missão de promoção da APRENDIZAGEM e, concretamente, das LIFE SKILLS que a todos permitirão vencer no séc. XXI.

Para vencer no dia-a-dia do terreno, as Tropas da Educação e Formação precisam e querem equipar-se com novo fôlego, recrutar novos aliados, reinventar a dinâmica dos seus Regimentos e Pelotões, adotar novas estratégias de combate e manejar novas armas pedagógicas.

Nesta intervenção, Ana Teresa Penim, autora do livro “Arte da Guerra na Educação e Formação” permitir-lhe-á refletir e inspirar-se a partir batalhas reais de aprendizagem travadas por famílias, alunos e profissionais desde o pré-escolar.

A Arte da Guerra na Educação e Formação permite-lhe identificar encruzilhadas críticas de ensino/aprendizagem. Descobrir inimigos externos e internos que terá de superar. Identificar oportunidades para fazer diferente. Encontrar as perguntas poderosas que o inspirarão e motivarão a promover novas estratégias e táticas pedagógicas, facilitadoras do sucesso!

Com Ana Teresa Penim reforce a consciência de que todos somos diferentes a ensinar e a aprender, mas que todos queremos e podemos SER mais e melhores!

Agripina Vieira

Agripina Carriço Vieira

FotoAgripinaVieira
Nota Biográfica


Licenciada em Línguas e Literaturas Modernas pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa (1983). Mestre em Literaturas Românicas pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa (1997). Doutorada em Estudos Literários e Culturais ramo de Estudos Comparatistas, na mesma Universidade, com uma tese sobre a percepção da identidade cultural na ficção em língua portuguesa do pós-colonialismo (2012). Mestre em Ciências da Educação, ramo Administração Educacional, no Instituto de Educação da Universidade de Lisboa, com a apresentação de um trabalho de projecto sobre O Projecto Educativo de Escola como Instrumento de Liderança (2013).
Foi Burgen Scholar da Academia Europaea em 2004.
Professora do Ensino Secundário pertencente ao quadro do Agrupamento de Escolas de Ourém.
Foi diretora da ProfOurém (Centro de Formação de Professores do concelho de Ourém) de 2003 a 2008. É desde 2008 diretora de um Centro de Formação “Os Templários” (escolas dos concelhos de Ferreira do Zêzere, Ourém e Tomar).
É membro do Centro de Estudos Comparatistas da Universidade de Lisboa. Tem apresentado comunicações e publicado artigos nas áreas das literaturas francesa e portuguesa contemporâneas e africanas de língua portuguesa assim como de administração educacional. É colaboradora permanente do Jornal de Letras Artes e Ideias com a rubrica “Nas margens do texto”, assim como da Colóquio/Letras.
É co-autora do Dicionário da Obra de António Lobo Antunes, INCM (2008) e de Memória Descritiva da edição ne varietur da obra de António Lobo Antunes, Edições Dom Quixote (2010). É autora de A Guerra e outros Demónios no Universo Ficcional de António Lobo Antunes (no prelo).

Carlos Barreira

Carlos Manuel Folgado Barreira

FotoCarlosBarreiras

Nota biográfica

 

É professor na Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Coimbra desde 1987. Doutorou-se em Ciências da Educação pela Universidade de Coimbra, no ano de 2002, e tem leccionado as unidades curriculares nos cursos de licenciatura, mestrado e doutoramento no domínio da avaliação educacional. É membro integrado do CEIS 20 - Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX Universidade de Coimbra. Tem participado em projetos de investigação, financiados, nas áreas da avaliação das aprendizagens, do desempenho docente e avaliação de escolas e, como perito, no programa nacional de avaliação externa de escolas.

Avaliação e Qualidade das Aprendizagens

 

Resumo da Comunicação

Avaliação e Qualidade das Aprendizagens

 

A revisão da literatura tem dado muita importância à utilização da avaliação formativa, à qualidade do feedback e à articulação entre modalidades de avaliação com vista à melhoria da qualidade dos processos de ensino-aprendizagem. No entanto, as práticas de avaliação das aprendizagens, fortemente influenciadas pela avaliação externa, têm inibido os professores de explorar as verdadeiras potencialidades da avaliação formativa. Como podemos contornar esta tendência de valorizar na avaliação mais os resultados do que os processos? As orientações para a formação de professores não devem apenas estar centradas na concertação de procedimentos e critérios para a elaboração e correcção de provas de avaliação, mas sim incentivar também o desenvolvimento de estratégias de avaliação formativa orientadas pelos princípios da avaliação para as aprendizagens.

Carlos Ribeiro

Carlos Ribeiro

CarlosRibeiro

Célio Marques

Célio Marques

FotoCelioMarques

Nota biográfica

 

É Professor da Unidade Departamental de Tecnologias de Informação e Comunicação do Instituto Politécnico de Tomar, exercendo também as funções de Coordenador para as Tecnologias de Informação e Comunicação da Escola Superior de Gestão e de Vice-Director do Centro de eLearning do Instituto Politécnico de Tomar. 
Possui licenciatura em Informática e Gestão, mestrado em Comunicação Educacional Multimédia, pós-graduação em Técnicas e Contextos de e-Learning e doutoramento em Ciências da Educação, área de Tecnologia Educativa. 
Colaborou com o Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas (Universidade de Lisboa) e com a Universidade Lusíada de Lisboa na lecionação de várias unidades curriculares de mestrado, tendo também sido convidado para lecionar no Instituto Superior de Educação da Universidade de Cabo Verde. 
Esteve envolvido em projetos relacionados com a informática na educação e prestou consultoria informática a várias empresas. Em termos internacionais esteve em missões de ensino na Universidade de Yasar (Izmir, Turquia) e na Universidade de Vilnius (Vilnius, Lituânia) e é membro do comité editorial da revista Electronic Learning, Information and Communication: Theory and Practice.
É autor de diversas publicações nacionais e internacionais, entre elas, o livro “Os Hipermédia no Ensino Superior” e tem estado na organização de vários eventos científicos e técnicos, entre eles, o “Bibliotecando em Tomar” (desde 2011), o “Encontro sobre Jogos e Mobile Learning” (Universidade de Coimbra, 2012 e 2014) e o “Encontro sobre Web 2.0” (Universidade do Minho, 2008) do qual resultou o livro “Manual de Ferramentas da Web 2.0 para Professores” editado pelo Ministério da Educação.
É também investigador do Centro de Administração e Políticas Públicas da Universidade de Lisboa e colaborador do Centro de Investigação em Educação da Universidade do Minho.

 

Resumo da Comunicação

Ensino e Aprendizagem através de dispositivos móveis: oportunidades e desafios

 

Ensino e aprendizagem através de dispositivos móveis: oportunidades e desafios
No final do terceiro trimestre de 2014 existiam 16,8 milhões de dispositivos móveis de comunicação ativos em Portugal. No ano anterior a venda de tablets tinha aumentado 134% e a venda de smartphones ultrapassou pela primeira vez a venda de telemóveis tradicionais.
Os avanços tecnológicos e a multiplicidade de funcionalidades fazem dos dispositivos móveis magníficas ferramentas de trabalho e descerram excelentes oportunidades para o ensino e aprendizagem. Aos professores e aos educadores cabe o desafio de encontrar formas de aproveitar as suas potencialidades. 
Nesta comunicação pretende-se mostrar a relevância do ensino e aprendizagem com recurso a dispositivos móveis, através da apresentação de diversas aplicações e da sua utilização em sala de aula. Será também realizada uma breve contextualização tecnológica e um enquadramento destas novas metodologias de ensino e aprendizagem no âmbito das políticas nacionais e europeias.

Clara Coutinho

Clara Coutinho

FotoClaraCoutinho

Nota biográfica

 

Clara Pereira Coutinho é Licenciada em Economia, Mestre em Educação na área de especialização de Tecnologia Educativa e Doutora em Educação na área de especialização de Tecnologia Educativa, grau que obteve no ano de 2003 na Universidade do Minho, Braga, Portugal.
Atualmente é Professora Auxiliar Aposentada do Departamento de Estudos Curriculares e Tecnologia Educativa do Instituto de Educação da Universidade do Minho sendo responsável pela coordenação da linha de investigação “Recursos Educativos Digitais” no Centro de Investigação em Estudos da Criança.
Tem desenvolvido atividades de pesquisa no âmbito da Formação de Professores em Tecnologias de Informação e Comunicação e ainda no domínio das Metodologias de Investigação em Educação. Mais recentemente, desenvolve investigação ao nível do mobile learning e da utilização de aplicativos da Web 2.0 como ferramentas de apoio ao ensino e à aprendizagem, tendo publicados dezenas de artigos em revistas internacionais de referência bem como em atas de reuniões científicas nacionais e internacionais. Participa em diversos projetos financiados por agências nacionais e internacionais tendo recebido diversos prémios, como é o caso do projeto t-words, um manipulativo digital para crianças do pré-escolar que recebeu o World Technology Award em 2013 (https://sites.google.com/site/hybridlearningmaterials/).
Publicou dois livros um dos quais no domínio das Metodologias de Investigação em Ciências Sociais e Humanas que teve a sua 2ª edição publicada em 2013.
Informação adicional pode ser encontrada na sua página pessoal disponível em http://sites.google.com/site/ccoutinho

 

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Ambientes de aprendizagem na era digital: o que nos diz a investigação

 

Ambientes de aprendizagem na era digital: o que nos diz a investigação
Nesta apresentação, depois de um breve enquadramento conceptual, serão apresentados os resultados de estudos recentes realizados no âmbito de projetos de investigação que coordeno em que se exploram as potencialidades educativas da integração de tecnologias digitais em contexto sala de sala de aula ou de outdoor education, em diferentes áreas disciplinares e/ou níveis de ensino.

Fernando Costa

Fernando Albuquerque Costa

FotoFernandoAlbuquerqueCosta

Nota biográfica


Instituto de Educação - Universidade de Lisboa

Fernando Albuquerque Costa é doutorado em Ciências da Educação e licenciado em Psicologia pela Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Lisboa, onde foi docente e investigador entre 1988 e 2009. A partir de 2010 exerce funções de Professor Auxiliar no Instituto de Educação da Universidade de Lisboa.
Tendo trabalhado desde o início da atividade académica na área do Currículo e da Avaliação, dedicou-se, a partir de 1996, às questões mais diretamente relacionadas com a utilização das tecnologias digitais em contexto educativo. Atualmente coordena o Curso de Mestrado em Educação, na área das Tecnologias de Informação e Comunicação em Educação e é responsável por diferentes disciplinas relacionadas com tecnologias e aprendizagem na Licenciatura em Ciências da Educação e nos Cursos de Mestrado e de Doutoramento em Educação, na área das Tecnologias Educativas. Editou várias obras e tem dezenas de artigos publicados sobre a problemática do ensino e da aprendizagem com tecnologias.
Coordenou a nível nacional diferentes projetos europeus nesta área, nomeadamente os projetos PEDACTICE (1997-2000), sobre avaliação de software multimédia educativo, IPETCCO (2001-2004), sobre inovação das práticas pedagógicas, DIGIFOLIO (2005-2008), sobre portefólios electrónicos e desenvolvimento profissional de professores, e TACCLE2 (Teachers’ Aids on Creating Content for Learning Environments) (2011-2014), dedicado ao desenvolvimento de recursos e materiais de suporte à atividade dos professores para estímulo da aprendizagem com tecnologias.
Para o Ministério da Educação de Portugal coordenou o estudo sobre as Competências TIC para docentes e não docentes (2008/2009)) e a equipa de especialistas responsável pela elaboração das Metas de Aprendizagem na área das TIC (2010). 
Integrou o Conselho Científico do Observatório do Plano Tecnológico da Educação e foi responsável pela criação e manutenção do Portal Aprender Com Tecnologias (aprendercom.org), um portal pioneiro dedicado, desde 2002, às questões relacionadas com a utilização das TIC para fins educativos. 
É diretor-adjunto e cofundador da Revista Educação, Formação e Tecnologias e integra os corpos editoriais de outras revistas científicas como a Digital Education Review ou a E-Curriculum.
Presentemente coordena o Projeto escol@digit@l (2012-2015), um projeto de investigação-ação com o propósito de compreender os processos de mudança em direção a uma escola do Século XXI, e o Projeto LIDIA, sobre Literacia e Inclusão Digital de Adultos (2015-2016).
Informação mais detalhada sobre os projetos de investigação e de intervenção, bem como da produção científica está acessível em http://aprendercom.org/miragens.

O Currículo e o desafio das tecnologias digitais

 

Resumo da Comunicação

O Currículo e o desafio das tecnologias digitais

 


Nunca como hoje foi tão pertinente colocar no centro da discussão a relação entre Currículo e Tecnologias. Ou seja, a relação entre a necessidade sentida de novos e mais estimulantes ambientes de aprendizagem e o potencial das tecnologias digitais para fazer e aprender de modo diferente, nomeadamente ao nível da comunicação e expressão de ideias, mas também em termos de acesso à informação e ao conhecimento. O que significa essa relação para a comunidade educativa em geral e, em particular, para quem tem a responsabilidade de decidir o que em cada momento é feito em contexto de aula, é o que no âmbito desta sessão se propõe para reflexão. 
Se, do ponto de vista curricular, não mais faz sentido a adopção de modelos de organização e de construção do currículo centrados nos conteúdos e na sua transmissão pelo professor, pelo manual escolar ou mesmo por recursos tecnologicamente mais evoluídos, o desafio será precisamente o de conseguir tirar partido do potencial das novas tecnologias para criar oportunidades de aprendizagem mais sugestivas, desafiadoras e consonantes com paradigmas em que se privilegia a acção de cada um, a interacção com o outro, a criação colaborativa, mas também o acesso direto às fontes, a materiais autênticos, a especialistas, enfim, ao conhecimento na sua forma mais genuína.
Que mudanças do ponto de vista metodológico terão de verificar-se nos processos de ensinar e de aprender?
Que competências deverão ter professores e educadores para o poderem fazer com sucesso? 
Que recursos tecnológicos é necessário desenvolver para sustentar e permitir a adopção daqules novos paradigmas? 
Eis algumas das questões que podem colocar-se como estímulo à reflexão e à discussão no âmbito deste painel.

Hermando Carmo

Hermano Carmo

FotoHermanoCarmo

Nota biográfica

 

Nascido em 1950, efetuou os estudos secundários no Colégio Militar e no Liceu Nacional de Salvador Correia de Sá em Luanda. Concluiu o Curso de Administração Ultramarina (1970), a Licenciatura em Ciências Sociais e Políticas (1974) e o Mestrado em Ciência Política (1985), no Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade Técnica de Lisboa. Obteve o grau de Doutor em Ciências da Educação na especialidade de Organização de Sistemas de Formação (1995) e o título de Agregado em Política e Acção Social (2002), na Universidade Aberta. Professor Catedrático do ISCSP da Universidade de Lisboa, onde tem colaborado desde 1983 nas Licenciaturas em Serviço Social, Política Social e Administração Pública, nos Mestrados em Ciência Política, Sociologia, Gestão de Políticas Públicas e Política Social e no Doutoramento em Ciências Sociais, tendo lecionado as seguintes unidades curriculares: Serviço Social de Grupos, Serviço Social de Comunidades e Desenvolvimento Comunitário, Política Social Comparada, Funções Económicas e Sociais do Estado, Metodologia da Investigação, Teoria da Política Social, Problemas Sociais Contemporâneos, Temas Aprofundados de Política Social e, Temas Aprofundados de Serviço Social. Foi responsável pela dinamização da plataforma tecnológica como suporte de ensino e pelas Unidades Científicas e Pedagógicas de Serviço e Política Social e de Antropologia. Presentemente é membro integrado do Centro de Estudos de Administração e Políticas Públicas (CAPP), coordenador da Pós-Graduação em Gerontologia, Vice-Presidente do Conselho Científico do ISCSP e Membro da Comissão Científica do Senado da Universidade de Lisboa. Professor Catedrático Convidado da Universidade Aberta, onde foi Pró-Reitor, Vice-Presidente do Conselho científico, Presidente do Conselho pedagógico, Diretor de Departamento (D. de Ciências Sociais e Políticas e D. de Ciências Sociais e de Gestão) e Diretor do Mestrado em Relações Interculturais. Colaborou na licenciatura em Ciências Sociais nas UCs Intervenção Social com Grupos, Desenvolvimento Comunitário e Sociologia das Migrações em regime de EaD e online; nos Mestrados em Comunicação Educacional Multimedia, Relações Interculturais, Comunicação em Saúde, Administração e Gestão Educacional e Cidadania e Participação Ambiental lecionou as seguintes UCs, em regime presencial e online: Metodologia da Investigação, Seminário de Investigação, Políticas e Estratégias para a Cooperação, Organização e Gestão de Recursos Educativos e Metodologia da Intervenção Social. Presentemente, colabora em dois programas; Doutoramento em Sustentabilidade Social e Desenvolvimento, onde colabora em dois Seminários (S. de Aprofundamento Metodológico 1 e S. de Projeto) e no Doutoramento em Relações Interculturais, onde colabora no Seminário Temático, sendo igualmente colaborador do Centro de Estudos das Migrações e das Relações Interculturais (CEMRI). Desempenhou funções técnicas, docentes e de direção no Centro de Acção Social Universitário (em 3 bairros de barracas-1970-1974), Centro de Educação Especial de Lisboa (cidadãos com deficiência-1976-1983), Centro Regional de Segurança Social de Lisboa (exclusão social-1983-1989), Instituto de Apoio à criança (crianças de rua-1989-…) e, desde 1980, nas Universidades Nova, Técnica, Internacional e Aberta. Colaborou em diversas iniciativas académicas nas Universidades de Girona, Granada, Internacional de Andalucia (UNIA - Baeza) e Sevilha (Espanha), Florença (Itália), Pernambuco, UNESP – Assis, UF de Santa Catarina, UVA do Ceará, UF de Brasília, UF de S. Carlos, UF de Belo Horizonte, UF do Rio de Janeiro e Sistema Universidade Aberta do Brasil (Brasil), Agostinho Neto e UnIA (Angola), ISCE de Cabo Verde e IP de S. Tomé e Príncipe. Como supervisor académico, orientou cerca de 150 estágios de serviço social e de política social, 67 dissertações de mestrado (59 concluídas), 29 teses de doutoramento (13 concluídas) e 1 projeto de pós-doutoramento. Tem trabalhos nos domínios das Ciências Sociais, Ciências da Educação e Ciência Política dos quais, sete dezenas estão publicados sob a forma de livros (13) artigos ou ensaios (63), dos quais se salientam: Os dirigentes da administração pública portuguesa (ISCSP, 1985); Análise e intervenção organizacional (FUNDETEC, 1986); Exclusão social. Rotas de intervenção (Coordenação, ISCSP, 1996); Ensino superior a distância. Contexto mundial, Modelos ibéricos, (UAb 1997); Metodologia da investigação: guia para auto-aprendizagem (com Manuela Malheiro Ferreira, UAb, 1998, 2008, 2015); Desenvolvimento comunitário (UAb, 1999, 2007, 2015 e ISCSP, 2015); Intervenção social com grupos (UAb, 2000, 2008, 2014 e ISCSP, 2014); Problemas sociais contemporâneos (coordenação, UAb, 2001); Multiculturalidade e educação a distância (UAb, 2005); No rasto do PETI, (PETI, 2008); Rumos da intervenção social com grupos no início do século XXI (ISCSP, 2010), Teoria da política social: um olhar da ciência política (ISCSP, 2011) e Educação para a cidadania no século XXI: trilhos de intervenção, (Escolar Editora, 2014).

 

Resumo da Comunicação
A educação para a cidadania: um desafio estratégico da escola


Numa conjuntura marcada por 60 anos de mudança acelerada, 25 anos de desigualdade crescente e por um sistema de Poder em fibrilhação, a sociedade contemporânea enfrenta dois problemas complexos – a anomia e o autismo social – parecendo registar um inquietante deficit de cidadania.

Para lhes fazer frente, sugerir-se-á um modelo de educação para a cidadania com 2 eixos, 4 vertentes e 10 áreas chave, passível de aplicar na ressocialização das várias gerações vivas.
Neste contexto a escola, como instrumento de socialização por excelência, deve assumir um papel determinante como laboratório social e como um centro educativo estratégico.

Hugo Cristovão

Hugo Cristóvão

FotoHugo

Nota biográfica

 

Nabantino, socialista, Professor de Educação Visual e Tecnológica (do quadro do Ministério da Educação desde 2002 (grupo 240), atualmente vinculado ao Quadro do Agrupamento de Escolas do Alto Lumiar, Lisboa.

É vereador na Câmara Municipal de Tomar com os pelouros de Educação, Habitação e Acão Social, Juventude e Assuntos Administrativos e Jurídicos; Vogal do Conselho de Administração dos SMAS de Tomar, Gerente da Escola Profissional de Tomar e Presidente do Conselho Fiscal da A. Logos.

Presidente da Comissão Administrativa Provisória, Subdiretor e Vice-Presidente do Agrupamento de Escolas de Freixianda, Freixianda, Ourém (maio de 2009 a julho de 2012).

Delegado Regional de Santarém do Instituto Português da Juventude (agosto 2005 a agosto 2007).

Dirigente sindical da classe docente no SPLIU – Sindicato dos Professores Licenciados pelos Politécnicos e Universidades de Setembro (2003 a Agosto de 2005).

Desde muito novo ligado ao movimento associativo passando por várias associações, com destaque para a SF Gualdim Pais de Tomar onde, entre mais, foi 15 anos músico filarmónico.

É Presidente da Assembleia Geral da “Drama&Beiço – Associação Cultural”.
Tem estado ligado aos corpos sociais de várias associações.
Foi Vice-Presidente e Presidente da Assembleia Geral da Associação Distrital de Xadrez de Santarém.
Foi Presidente-Adjunto da Escola de Futebol de Tomar.
Membro do Grande Oriente Lusitano.

Foi de Outubro 2005 a Junho de 2006, comentador no programa de rádio semanal “A Semana em Revista”, na rádio Hertz sediada em Tomar, tendo nessa rádio uma crónica quinzenal entre 2010 e 2013.

Formação
2009
Mestrando em Administração e Políticas Públicas. ISCTE – Instituto Superior das Ciências do Trabalho e da Empresa, Lisboa
2007
Programa de Formação em Gestão Pública (FORGEP). Instituto Nacional de Administração (INA)
2002
Mestrando em Ciências da Comunicação, área de especialização em Audiovisual, Multimédia e Interatividade. Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa.

Tem na fotografia uma das suas paixões adiadas.

 

Idalina Santos

Idalina Santos

FotoIdalinaSantos

Nota biográfica

 

licenciada em Matemática – Ramo Educacional (Universidade Portucalense – Porto), tem pós-graduação em Matemática Aplicada à Estatística (Universidade do Porto), mestre em Ciências da Educação – Especialidade em Tecnologia Educativa (Universidade do Minho), doutoranda em Ciências da Educação – Especialidade de Tecnologias Educacionais e da Comunicação (Universidade de Coimbra). Professora do Quadro da Escola Secundária de Carvalhos. Formadora de formadores e de professores. Atualmente é bolseira da Fundação para a Ciência e a Tecnologia. Tem realizado investigação sobre a web 2.0, plataformas de e-learning, blended learning, mobile learning, formação de professores e desenvolvimento profissional, com várias publicações em atas de encontros científicos, capítulos de livros e artigos em revistas, em Portugal e no estrangeiro.

 

Resumo da Comunicação
(re)Inverter a aula com apps e mobile learning: tendências ou divergências?


São vários os relatórios, entre os quais o NMC Horizon Report: K-12, edições de 2012 a 2014, que apontam algumas tendências e desafios a ter conta em contexto educativo. Nestes, são destacadas algumas ferramentas e recursos (dispositivos móveis e apps, mobile learning, entre outros) que, integrados adequadamente, poderão contribuir para melhorar o ensino e a aprendizagem. No relatório de 2014 são adicionalmente referidas “Estratégias Digitais” como o Bring Your Own Device (BYOD), a Aula Invertida, Games e Gamificação. 
Nesta comunicação serão apresentadas situações concretas sobre a metodologia da aula invertida – flipped classroom – que tem alcançado um interesse crescente junto das comunidades educativas. Esta metodologia, assente em ambientes flexíveis, dá um particular destaque ao mobile learning e à utilização das mais variadas apps. A relação entre o uso de dispositivos pessoais e o aumento de produtividade tem-se tornado evidente a cada ano que passa e, por isso, a tendência BYOD ou BYOT (Bring Your Own Technology) tem mudado a natureza das atividades de trabalho, de ensino e aprendizagem, possibilitando que estas atividades possam acontecer onde, quando e como se pretender. 
Recentemente tem-se verificado que algumas das políticas educativas adotadas e/ou a adotar em Portugal apontam para caminhos opostos. Estarão os professores motivados e preparados para mais mudanças nas suas práticas letivas? E que caminho seguir?
No final, os participantes serão convidados a utilizar as apps Kahoot e Gosoapbox criadas para a situação concreta deste Encontro sob a vertente de jogo.

João Barroso

JOÃO BARROSO

FotoJooBarroso

Nota biográfica


Professor catedrático do Instituto de Educação da Universidade de Lisboa, na situação de aposentado desde 1 de fevereiro de 2014. Exerceu as funções de Vice-Reitor da Universidade de Lisboa, entre 2011 e 2013 (julho), de Coordenador da Área Estratégica de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa, entre 2009 e 2011 e de Presidente do Conselho Diretivo da Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Lisboa, entre 2005 e 2009. Doutorado e agregado em Ciências da Educação pela Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Lisboa. Exerce a sua atividade docente e de investigação no domínio da Política e da Administração da Educação, sendo autor de diversos livros, capítulos de livros e artigos, nessa área, publicados em Portugal, Brasil, Espanha, França e Bélgica. Recebeu o Prémio Rui Grácio, atribuído em 1996 pela Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação e pela Fundação Calouste Gulbenkian, à sua obra “Os Liceus. Organização Pedagógica e Administração (1836-1960) ”.

João Patrício e Henrique Mourisca

João Patrício

JoaoPatricio
Nota Biográfica


João Patrício – Licenciado em Matemática e doutorado em Matemática Aplicada.
Ao longo dos anos têm-se interessado pelas aplicações computacionais da Matemática nas Ciências, Engenharia e Finanças, com publicações sobre estas matérias em revistas internacionais da especialidade, tendo lecionado disciplinas nas áreas de Matemática Computacional, Computação Gráfica e Otimização.
Presentemente integra a Comissão de Curso da Pós-Graduação em Business Intelligence, uma parceria entre a Softinsa e o Instituto Politécnico de Tomar (IPT), e é Diretor da Escola Superior de Tecnologia de Tomar do IPT.


Henrique Mourisca

HenriqueMourisca

Nota Biográfica

 

Diretor responsável dos Serviços e Soluções da SoftINSA tem trabalhado na área de Consultoria de Sistemas de Informação.

Tem uma vasta experiência na implementação e manutenção de sistemas, quer em ambiente nacional quer internacional, em diversos setores de atividade.

 

Resumo da Comunicação
Parceria (o melhor de dois mundos).


Como se pode reduzir o espaço entre o ensino académico e o mercado empresarial, exemplo prático de um caso de sucesso.

Leonor Santos

Leonor Santos

FotoLeonor

Nota biográfica


É professora associada com Agregação do Instituto de Educação da Universidade de Lisboa. Tendo-se doutorado nesta universidade, em Educação, na especialidade de Didática da Matemática, tem coordenado diversos cursos de Mestrado em Ensino e Educação e Doutoramentos em Educação, orientado alunos destes cursos e colaborado estreitamente com outras instituições do ensino superior nacionais e estrangeiras.
Os seus interesses na área da investigação têm incidido na avaliação das aprendizagens e no conhecimento e desenvolvimento profissional dos professores. Tem coordenado e participado em diversos projetos de investigação, alguns dos quais financiados pela FCT.
É autora de várias publicações, editadas em Portugal e no estrangeiro. É atualmente Presidente da Sociedade Portuguesa de Investigação em Educação Matemática, membro do IPC do PME (International Committee of the International Group for the Psychology of Mathematics Education), e membro da CIEAEM (Commission Internationale pour l´Étude et l´Amélioration de l´Enseignement des Mathématiques). Faz parte do conselho editorial de diversas revistas nacionais e internacionais.

 

Resumo da Comunicação
Que caminhos da escola? Possibilidades e constrangimentos

 

Com a introdução de exames no final de cada ciclo de escolaridade, a Escola confronta-se hoje com novos dilemas. A investigação desafia-a a desenvolver uma prática de avaliativa formativa, conducente à melhoria das aprendizagens. A política educativa convida-a a “ensinar para o exame”, restringindo o currículo àquilo que nele pode sair.
Por um lado, estudos levados a cabo na última década, desenvolvidos em contexto de trabalho colaborativo, evidenciam que é possível usar diversas estratégias avaliativas com intencionalidade formativa, independentemente do ciclo de escolaridade dos alunos. Mas tal exige, em geral, alteração na prática de ensino do professor, levando-o, naturalmente a propor tarefas ricas e desafiantes e a atribuir novos papéis aos diversos intervenientes no trabalho desenvolvido na sala de aula.
Por outro lado, a investigação não deixa qualquer dúvida sobre o impacto dos exames sobre as práticas de ensino. Esta é aliás uma das razões habitualmente enunciadas para a defesa dos próprios exames.
Nesta comunicação procurarei discutir estas duas dimensões da avaliação pedagógica que hoje se vive em Portugal, tomando por base os resultados da investigação.

Maria Barreto

Maria Antónia Barreto 

FotoMariaAntniaBarreto

Nota biográfica

 

Doutorada em Tecnologia Educativa na Universite de Bordeaux I, França (1992), é docente do Instituto Politécnico de Leiria e investigadora do CEA-IUL. Tem colaborado em projetos no âmbito da educação e desenvolvimento nos PALOP. Em São Tomé e Príncipe tem vindo a coordenar por parte do IPL a vertente da formação de diretores e supervisores escolares no âmbito do projeto ESCOLA +(reforma do ensino secundário), implementado pelo Instituto Marquês de Valle Flor, em parceria com o IPAD. 
Publicações Salientes: 
Barreto, Maria A. 2005. A língua portuguesa no ensino na Guine Bissau . In A língua portuguesa e a cooperação para o desenvolvimento, ed. Mateus, M.H..e Pereira, Teotonio(orgs.). Lisboa: Colibri.
Barreto, Maria A. 2001. O conceito de educação para o desenvolvimento e o sistema educativo. In Autarquias portuguesas - Cooperação e Desenvolvimento - Pesquisa sobre os conceitos de desenvolvimento humano, cooperação descentralizada e luta contra a exclusão social. ISBN: 972-95393-1-6. Lisboa: ACEP.

Maria Celeste Sousa

Maria Celeste Gonçalves Simões de Sousa

FotoCeleste

Nota biográfica


Licenciatura em Matemática, Ramo Educacional pela Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa (1983);
Curso de Estudos Superiores Especializados em Administração Escolar, no Instituto Superior de Educação e Trabalho, Porto (2000);
Curso de Pós-Graduação em Valorização Técnica Orientada para a Administração Escolar pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade Técnica de Lisboa (2009).
Percurso Profissional:
Início da atividade docente (1980);
Professora do Quadro de Nomeação Definitiva da Escola Secundária/3 de Santa Maria do Olival (desde 1983);Presidente do Conselho Diretivo da Escola Secundária/3 de Santa Maria do Olival (de 1996 a 1999);Presidente do Conselho Executivo (de 1999 a 2009); Diretora da Escola Secundária/3 de Santa Maria do Olival (de 2009 a 2012); Presidente da Comissão Administrativa Provisória do Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria (de julho 2012 a junho 2013); Diretora do Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria (desde 12 junho 2013).
Outras Experiências Profissionais:
Delegada de Grupo (1985/1987);Vogal do Conselho Diretivo (1988/1990); Coordenadora dos Diretores de Turma (1991/1993); Representante dos Professores do Ensino Secundário no Conselho Municipal de Educação de Tomar (de 2004 a 2010); Convidada a fazer parte do Colégio Eleitoral para a eleição do Presidente do Instituto Politécnico de Tomar (2005);
Convidada a fazer parte da Assembleia Estatutária do Instituto Politécnico de Tomar, cooptada «enquanto personalidade externa de reconhecido mérito» (2007); Conselheira, eleita pelo distrito de Santarém, no Conselho das Escolas (2010-2013); Conselheira, eleita pelo Quadro de Zona Pedagógica 6, Conselho das Escolas (2014-2017); Representante do Conselho das Escolas no Conselho Geral do Instituto de Avaliação Educativa (IAVE) (2015).

Maria Ferromau Fernandes

Maria de Lurdes Ferromau Fernandes


Nota Biográfica

 

49 anos
Licenciatura em Economia pela Universidade Nova de Lisboa

No IEFP
- Inicio da carreira de Técnica Superior no Centro de Emprego de Tomar em 24 de outubro de 1990
- 05 de Agosto de 1992 a 16 de Abril de 1996 – Diretora do Centro de Emprego de Tomar
- de 29 de Abril de 2002 a 12 de Janeiro de 2005 – técnica superior da unidade de formação do Centro de Formação Profissional de Tomar
- de 15 de Junho de 2000 a 28 de abril de 2002 – coordenadora de núcleo de Serviços de Gestão do Centro de Formação Profissional de Tomar
- de 8 de Maio de 1997 a 27 de Abril de 2000 – coordenadora de núcleo de serviços de gestão do Centro de Formação Profissional de Tomar
- De 17/01/2005 a d 2012/11/18 – Chefe de Serviços do Centro de Formação Profissional de Tomar
- Desde 2012/11/19 diretora do centro de emprego e formação profissional do médio Tejo
Fora do IEFP
Quadriénio 1988-2001 Quadriénio 2001-2005 Quadriénio 2005-2009 Quadriénio 2009-2013 Deputada da Assembleia Municipal de Tomar

Biénio 2008-2010 Biénio 2010-2012 Biénio 2012-2014 Secretária de Direcção da Associação de Apoio Social da F. de São Pedro Tomar
Quadriénio 2002-2005 Quadriénio 2005-2009 Quadriénio 2009-2013 Secretária da Junta de Freguesia de São Pedro de Tomar
Atualmente desde 19-10-2013 Presidente da Junta de Freguesia de São Pedro de Tomar

Sónia Cruz

Sónia Catarina da Silva Cruz

FotoSoniaCruz

Nota biográfica

 

Sónia Catarina da Silva Cruz é Doutorada em Ciências da Educação, na especialidade de Tecnologia Educativa pela Universidade do Minho. É professora auxiliar da Faculdade de Ciências Sociais da Universidade Católica Portuguesa (braga) desde 2011 e investigadora do Centro de Estudos Filosófico Humanísticos da mesma instituição. Desenvolveu um modelo de integração de ferramentas da Web 2.0 de modo a guiar os alunos de consumidores a produtores de informação online. Os seus interesses de investigação incluem a integração das TIC no currículo e na aprendizagem e a construção de recursos educativos digitais, nomeadamente, para dispositivos móveis. A sua última investigação prende-se com a criação de actividades gamificadas para a aprendizagem da História, área de formação de base da investigadora. É autora de diversos capítulos de livros e de diversos artigos publicados em atas de conferências nacionais e internacionais. Nas suas atividades profissionais interagiu com colaboradores em co-autorias de trabalhos científicos.

 

Resumo da Comunicação
‘Porque na rua também se aprende!
- Propostas para concepção e dinamização de actividades educativas em espaços informais de aprendizagem’.

 

Na comunicação serão abordadas ferramentas da Web que possibilitam a criação de recursos educativos digitais para diversas áreas disciplinares, nomeadamente , recursos que podem ser utilizados em contextos informais de aprendizagem como visitas de estudo, trabalhos de campo, etc. Os participantes serão convidados a conhecer as etapas necessárias para a criação destes recursos online além de serem apresentadas propostas concretas de utilização desses recursos.

Sofia Lopes e Ana Matias

Sofia Lopes, AIDGLOBAL

FotoSofia

Nota biográfica

 

Ana Matias, professora de História e Geografia de Portugal no Agrupamento de Escolas

de Catujal-Unhos, em Loures, onde também é membro do Conselho Pedagógico e

Coordenadora do Departamento de Ciências Sociais e Humanas.

Ana Matias, Agrupamento de Escolas de Catujal-Unhos, Loures

FotoAnaMatias

Nota biográfica

 

Professora de História e Geografia de Portugal no Agrupamento de Escolas

de Catujal-Unhos, em Loures, onde também é membro do Conselho Pedagógico e

Coordenadora do Departamento de Ciências Sociais e Humanas.

 

Resumo da Comunicação
A Cidadania Global nas disciplinas de 2º ciclo – práticas em contexto de sala de aula

 

Resumo: serão partilhados exemplos e casos práticos de associação dos conteúdos do

currículo de quatro disciplinas (Português, Matemática, História e Geografia de

Portugal) de 2º ciclo às temáticas da Cidadania Global, como o Desenvolvimento

Sustentável, as Migrações e a Igualdade de Género. Esta partilha terá por base as

aprendizagens adquiridas no âmbito do projeto “Educar para Cooperar” – Loures que

está a ser implementado no Agrupamento de Escolas de Catujal-Unhos, em Loures,

promovido pela AIDGLOBAL.

Pretende-se, com as aulas do projeto, promover uma Cidadania Global ativa e

sensibilizar os alunos para a importância do seu papel e do seu potencial enquanto

empreendedores sociais na criação de um mundo mais justo, equitativo e sustentável.

Tânia Santos

TÂNIA CRISTINA SIMÕES DE MATOS DOS SANTOS

FotoTaniaSantos
Nota biográfica


Instituto Politécnico de Leiria
Escola Superior de Educação e Ciências Sociais
Campus 1; Rua Dr. João Soares; Apartado 4045; 2411-901 Leiria – Portugal.
Tlm: +351966941146; +351 965740087
Tel: +351 244 829400; Fax: +351 244 82949


Tânia Cristina Simões de Matos dos Santos é docente da Escola Superior de Educação e Ciências Sociais do Instituto Politécnico de Leiria (ESECS-IPL), desde 2005. Doutorou-se, em 2010, pela Universidad de Extremadura, Espanha, onde apresentou a tese “Solvência Financeira dos Sistemas de Pensões da União Europeia”. Licenciou-se (em 2001) na Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra e obteve (em 2006), pela mesma Faculdade, o grau de mestre com a apresentação da tese “Disparidades Regionais no Emprego e no Desemprego em Portugal”. É investigadora do Observatório de Empresas Familiares do IPL e é membro do globADVANTAGE - Center of Research on International Business & Strategy do IPL. Foi gratificada, em 2005, com o Prémio Sasakawa Young Leaders Fellowship Fund (SYLFF) atribuído pelas entidades Fundação Tóquio e Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra a estudantes dos Mestrados em Economia e Geografia que se distingam pelas suas capacidades académicas e humanas. Tem vindo a publicar diversos artigos e a participar em conferências relacionadas com as temáticas do empreendedorismo, sistemas de pensões e educação financeira. Enquanto docente, tem vindo a lecionar unidades curriculares ligadas às áreas de Economia, Empreendedorismo e Gestão de Empresas.

 

Resumo da Comunicação
Educação financeira para o desenvolvimento sustentável


A recente conjuntura económica e o endividamento dos consumidores têm colocado ênfase na necessidade do cidadão comum compreender os fenómenos económicos e os conceitos financeiros que afetam a sua vida quotidiana. A ponderação incorreta de decisões financeiras relacionadas com o pagamento de despesas correntes, a gestão diária dos rendimentos do agregado familiar, a opção e escolha por determinado crédito à habitação ou crédito pessoal tem consequências importantes na sustentabilidade financeira familiar no longo prazo.
O Banco de Portugal (2010) revela que a formação e compreensão financeira influenciam positivamente os cidadãos na tomada de decisões mais conscientes, informadas e esclarecidas no que respeita à gestão do seu orçamento familiar e à escolha de produtos e serviços de poupança e de crédito.
Não só o Banco de Portugal, mas todo o setor financeiro em geral, está cada vez mais coordenado para a implementação da educação financeira junto da população, e em particular entre as crianças e jovens.
No quadro do sistema educativo, a aposta na educação financeira permitirá às crianças e jovens a aquisição de conhecimentos e capacidades fundamentais para a adoção no futuro de comportamentos de relação com o dinheiro conscientes, responsáveis e equilibrados, e gerarão, por outro lado, um efeito multiplicador de informação e de formação junto da comunidade onde estão inseridos.
Ensinar as crianças a ter uma boa relação com o dinheiro deve começar desde cedo. A partir dos 2 ou 3 anos de idade, pode começar-se a ensinar às crianças questões relacionadas com o dinheiro, porque é a partir desta idade que elas começam a pedir coisas. Nesta altura pode-se começar a mostrar a diferença entre o que é caro e é barato e começar a mostrar a diferença entre a compra por necessidade e a compra por impulso.
Nesta comunicação, tratar-se-á a importância da educação e literacia financeira para o desenvolvimento sustentável.

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