Cultura e lazer

 

Divisão de Turismo e Cultura

 

… Missão da divisão
PRESERVAR – RECRIAR – VALORIZAR – FORMAR – TRANSMITIR - COMUNICAR
Definição e desenvolvimento de um plano de ação conducente à preservação e valorização do património histórico, artístico e etnográfico do concelho de Tomar, tendo em vista não só a sua transmissão às gerações vindouras, mas também na perspetiva do seu uso turístico, enquanto recurso principal de um produto assente na singularidade da história e cultura locais. Ao Município compete criar condições para o desenvolvimento de uma economia assente nos valores da cultura e do património, promovendo um tecido e uma ambiência turística, a partir da qual os promotores e agentes locais poderão desenvolver e criar negócio.
Constitui igualmente missão da DTC contribuir para a melhoria da qualidade de vida da população pelo proporcionar aos cidadãos atividades de âmbito cultural, não apenas na perspetiva da satisfação das necessidades de ocupação dos tempos livres, mas sobretudo na vertente da formação cultural e identitária do indivíduo, mediando a apropriação pública do universo da criação artística, em todas as suas dimensões.

 

Posto de Tuirsmo Municipal

Av. Dr. Cândido Madureira

2300-531 Tomar

Tel.: (+351) 249 329 823

E-mail:

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Arquivo Fotográfico Silva Magalhães 

 

Inicialmente constituído pelo espólio doado por José António de Magalhães Soares – neto do pioneiro da fotografia em Tomar – o Arquivo Fotográfico Silva Magalhães foi criado em 1996 pela Câmara Municipal, a partir do projecto de recuperação de António Ventura e Luís Pavão, actuais responsáveis pelo Departamento de Fotografia da Escola Superior de Tecnologia do IPT – Instituto Politécnico de Tomar. 
O conjunto é constituído por variadíssimos exemplares, materiais, temáticos e históricos da fotografia, que cobrem um arco cronológico entre os finais dos séculos XIX e XX e testemunham o território e as vivências da cidade e do município. Posteriormente, tem procedido a novas incorporações, das quais se destaca a proveniente do acervo de António Passaporte. O Arquivo assegura igualmente a preservação de espécimes pertencentes a acervos tutelados por outros departamentos municipais.

 

Morada:
Instituto Politécnico de Tomar 
Quinta do Contador
Estrada da Serra
2300-313 Tomar

 

Contactos:

Serviços de Museologia

Te.l: (+351) 249 329 814
E-mail:  Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

 

Horário:
Consultável mediante marcação

 

Coleção

O introdutor da fotografia em Tomar instalou o seu atelier no edifício da sua residência. A “Typographia Photographia”, criada em 1862, situava-se no topo norte da atual rua Silva Magalhães.Colecao

A coleção que dá o nome ao arquivo chegou à Câmara nos finais dos anos 80 do século passado pelas mãos dos seus descendentes – o neto e o seu cunhado Jaime de Oliveira. Compõem-na 5250 espécimes, entre as quais 3800 negativos em vidro e 1500 provas originais executadas em diferentes técnicas fotográficas – albumina, papel direto, etc. – e outras mais recentes, na sua maioria reproduzidas por Lopes Cardoso. 
Os exemplares mais antigos de negativos em colódio e provas em albumina, atribuídos a António da Silva Magalhães, representam monumentos, aspetos pitorescos e gentes da cidade de Tomar, no final do século XIX. Os filhos de António da Silva Magalhães também se dedicaram à fotografia. Por isso, Mário Nery de Magalhães é, provavelmente, o autor da maioria dos trabalhos do espólio. Predominam os retratos de estúdio – individuais ou de grupo – que constituem um dos aspetos mais ricos da coleção, testemunhando trajes da época, fardas, associações populares, profissões, etc.

Em 1997, a Câmara Municipal de Tomar adquiriu as imagens de Tomar que pertenciam à coleção de António Passaporte. São 958 exemplares, maioritariamente constituídos por negativos em vidro e em película – alguns acompanhados pelos respetivos postais ilustrados em papel fotográfico esmaltado – notas de encomenda e relações anuais das tiragens. O conjunto representa a cidade, a construção da Barragem de Castelo do Bode, e as festas, os eventos e o quotidiano de Tomar nos anos 50 e 60 do século XX. Muitos negativos têm a legenda e o monograma do fotógrafo colados no vidro.Colecao 1

Uma das funções do arquivo é proteger e preservar o património fotográfico municipal. Têm chegado diversos espécimes em quantidades e procedências distintas. Ou se encontravam dispersos pelos serviços da Câmara – Animação Cultural, Biblioteca e Turismo – ou resultam de resgates – Cine-Teatro e Fábrica de Fiação – ou provêm de doações: a de 47 negativos em vidro de Azevedo Franco,Colecao 2 oferecidos por José Paulo Alcobia, ou a de 618 fotografias dos finais do século XIX e século XX que pertenciam ao espólio documental de Eusébio Tamagnini e pertencem ao acervo documental que acompanhou a biblioteca pessoal doada à Biblioteca Municipal, à qual está confiado, e testemunham episódios da vida deste tomarense que foi Ministro da Educação.

Espaços

Colecao 4O Arquivo Fotográfico Silva Magalhães está instalado no campus do IPT, ao abrigo do Protocolo de Cooperação estabelecido entre esta instituição e a Câmara Municipal.

O projeto do campus é da autoria conjunta do arquiteto Manuel Tainha e do arquiteto Bartolomeu da Costa Cabral. Foi estruturado a partir de uma quadrícula que evoca vagamente a urbanidade romana, acentuada pela disposição ortogonal dos arruamentos principais. Frente à entrada, no alinhamento Norte-sul, desenvolve-se uma larga alameda que separa os blocos laboratoriais e administrativos dos espaços dedicados aos auditórios e às salas de aulas teóricas. Ao fundo, remata-a a Biblioteca revestida de uma pedra calcária que a distingue do vermelho cerâmico dos tijolos que forram os restantes edifícios fundadores.

O Arquivo ocupa uma pequena parte do Edifício F. Esta unidade construtiva, que foi concebida para Centro de Exposições, foi desenhada pelo arquiteto Manuel Tainha, já que os dois projetistas repartiram entre si a conceção individual dos edifícios iniciais do campus. É o primeiro bloco do lado esquerdo, quando observado a partir da entrada nobre. Uma composição volumétrica que articula dois paralelepípedos e um cilindro. O espaço cilíndrico central, funcionalmente afeto às exposições, estrutura a planta do edifício em forma de U, cujos braços paralelepipédicos acolhem o Centro de Estudos de Arte e Restauro e o Arquivo Fotográfico. Este ocupa três salas noColecao 5 rés-do-chão do braço mais próximo do limite do campus.

Nas salas do Arquivo Fotográfico funcionam o tratamento, o arquivo e o registo informático. A sala de tratamentos está equipada e mobilada para a conservação, restauro, acondicionamento e embalagem dos espécimes fotográficos. O ambiente da sala de arquivo, destinada ao depósito dos espécimes intervencionados, é rigorosamente controlado, sendo permanentemente monitorizados os parâmetros térmicos e higrométricos. Equipada com um scanner de alta resolução, a sala de informática foi destinada ao tratamento e registo digital no Banco de Imagens, mantendo-se a Base de Dados em permanente atualização.

 

Atividades e Projetos

Artemrede

 

Conferência “Políticas Culturais para o Desenvolvimento” nos dez anos da Artemrede

 

Site da Artemrede -  www.artemrede.pt

 

 

 

icon pdf pequeno Plano Estratégico e Operacional 2015

 

Destaques

Agenda

Eu sei tudo ...

icon pdf pequeno Em atualização

Sábados À Grande

icon pdf pequeno Janeiro 2015

 

Equipamentos Culturais

Biblioteca Municipal de Tomar António Cartaxo da Fonseca

BibliotecaA Biblioteca Municipal de Tomar António Cartaxo da Fonseca é um serviço público de natureza informativa da Câmara Municipal de Tomar cuja missão primordial é a satisfação das necessidades de informação à sua comunidade, contribuindo para o seu desenvolvimento cultural e eliminando a barreira entre o conhecimento e o indivíduo.

É o centro local de informação, tornando acessível aos seus utilizadores a informação de todos os géneros, no respeito pela diversidade de gostos e escolhas, segundo os princípios definidos pelo Manifesto da Unesco.

 

Morada:
Alameda dos Templários
2300-303 Tomar

Tlf.: (+351) 249 329 874

Fax: (+351) 249 329 805

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GPS: 
N - 39º 36.197
W - 008º 24.320

 

HORÁRIO:

Verão (15 Junho/15 Set.) 
Segunda a Sexta:
9h30 às 13h00
14h30 às 18h00

Inverno (16 Set./14 Junho)
Segunda a Sexta:
9h30 às 18h30
Sábado:
10h00 às 13h00

 

Casa Memória Lopes Graça

Casa Lopes-Graa

A Casa Memória Lopes-Graça já dispõe de um blog com textos informativos sobre o funcionamento e actividades da mesma.Casa Lopes-Graa 2 web
O referido blog será alargado à formação e investigação, bem como às opiniões de todos os que nele queiram colaborar, abordando quaisquer assuntos relacionados com música.

 

O blog pode ser visitado no seguinte link: http://casamemorialopesgraca.blogspot.com

 

Morada:

Rua Dr. Joaquim Jacinto, 25 - 25 A

2300-577 Tomar

Tlm.: (+351) 916 161 023

E-Mail:  Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

 

GPS:

N - 39º 60' 36,30''
W - 008º 41' 47,26''

 

HORÁRIO:

Inverno (Outubro a Abril) 

10h às 13h – 14h às 18h - Terca-feira a Sábado

Verão (Maio a Setembro)

10h às 13h – 15h às 19h - Terca-feira a Sábado

Encerrado dias de feriado

 

SCHEDULE:

Winter (October to April) 

10h to 13h – 14h to 18h - Tuesday to Saturday

Summer (May to September) 

10h to 13h – 15h to 19h - Tuesday to Saturday

Closed on public holidays

 

Cine-Teatro Paraíso

cine teatro exteriorOnde hoje se encontra o actual Cine-Teatro Paraíso, foi erguido o primeiro espaço dedicado ao espectáculo na cidade de Tomar em 1800 e restaurado em 1876 com a designação de Teatro Nabantino. Foi aqui que os Tomarenses assistiram pela primeira vez ao cinema em 1901.
Já em 1909, foi inaugurado um novo recinto destinado à sétima arte, o Salão Animatógrafo Paraíso de Tomar que se situava nas traseiras da Igreja de S. João.
Dez anos depois, deu-se início à renovação do Teatro Nabantino a cargo da sociedade comercial “Fonseca, Soares & Companhia”, cuja sede se localizava na Rua Infantaria 15 em Tomar. O projecto implicava a destruição do velho Teatro Nabantino e a construção do futuro Teatro Paraíso que arrancou em 1920 sob a alçada do arquitecto Deolindo Vieira que tinha projectado um “teatro à italiana” para o efeito. Durante as obras para o novo teatro, os espectáculos continuavam no Salão Animatógrafo.Cine-Teatro2A inauguração oficial realizou-se a 24 de Março de 1924.
Na década de 40, o teatro atravessou novamente uma remodelação, desta vez da autoria do arquitecto Ernesto Korrodi que se dedicou à total transformação dos interiores e ao acrescento de um salão de festas e de um bar, mantendo as fachadas exteriores concebidas por Deolindo Vieira. 
18 de Dezembro de 1947 foi a data da nova inauguração.
Quase meio século depois, o Teatro Paraíso encerra definitivamente ao público em 1991, tendo sido adquirido pela Câmara Municipal de Tomar em 1997 que se encarregou de renovar o edifício já em ruínas.
O novo e actual Cine-Teatro Paraíso foi inaugurado, pela última vez, em 2002, estando desde então aberto ao público com os mais diversos espectáculos e sessões de cinema.

 

Valências:
Sala de espectáculos com capacidade para 410 pessoas, com valência para as mais diversas formas de artes cénicas (música, teatro, dança...) e cinema.

 

Loja de Cultura
Local de venda de bilhetes para os espectáculos que estão a decorrer e para o cinema/cineclube.
Venda de artigos diversos: merchandising e publicações da CMT.

 

Morada:

Rua Infantaria 15

2300-583 Tomar

Tel.: (+351) 249 329 190
E-mail:  Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

 

GPS:

N - 39º 60' 20,948''
W - 008º 41' 43,524''

 

Programação:

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HORÁRIO:

3ª feira a 6ª Feira - 15h00 às 19h00

Dias de Espetáculo - Aberto 1 hora antes do início do espetáculo 

 

Programa de Apoio à Atividade Cultural

 

associacoes culturais

 

 

 

 

Lazer

 

Percursos Pedestres 

Percursos

 

O Rio 

O Nabão, o Mouchão e a sua Roda

Roda do MouchoNabão é o nome do rio (provavelmente a partir do Séc. XVII) que banha e atravessa a cidade e o concelho de Tomar. Terá lido outras designações anteriores: ‘Nabanus”; “Tamaramá”, dos árabes, que quereria dizer doces águas; “Thomar”, nome das águas e da região envolvente antes do nascimento da povoação medieval, que se mantinha ainda nos finais do século XVI.
O rio corre 65 quilómetros, desde a serra de Ansião até ao Zêzere, a jusante da Barragem do Castelo do Bode; mas é no Agroal, uma nascente a 8 quilómetros da cidade com alegadas propriedades medicinais, que o rio engrossa e prepara triunfal entrada no concelho. Os habitantes de Tomar sempre reconheceram as potencialidades económicas do seu Rio, daí os açudes permanentes para a produção de energia hidra-mecânica, ou elétrica, que desde sempre alimentaram terras e indústrias ao longo do seu curso, e os temporários, instalados entre Maio e Outubro, para rega, que movimentavam as grandes e características rodas de rega em madeira, introduzidas pelos árabes.
O Mouchão é uma ilha do rio Nabão situada no centro da cidade, com plátanos, faias, choupos, ulmeiros e com a sua roda de rega descendente das que os árabes aqui deixaram há muitos séculos.
A capacidade de movimentação de água desta roda é de setecentos e cinquenta hectolitros por hora. O cálculo, feito por Nini Ferreira, parte dos alcatruzes de barro, cuja capacidade é de cerco de 5 litros, e da sua velocidade de rotação.


The Nabão, Mouchão and its Waterwheel

Nabão is the name of the river (probably since the 17th century) that passes through the town and the region of Tomar. It is said to have had other names: “Nabanus”, “Tamaramá” (Arabic, meaning fresh water), “Thomar”, name for the water and the surrounding area prior to the birth of the medieval town, which was still in use at the end of the 16th century.
The river flows for 65 km from the Ansião Hills to the Zêzere, downstream to the Castelo de Bode dam. But it is in Agroal, 8 km from the town, where a spring is believed to have some medicinal properties that the river swells and prepares its triumphal entrance into the area. The inhabitants of Tomar have always recognized the economic potential of the river, hence the permanent weirs for producting hydromechanic or electir energy, which has always been used for irrigation and industry along its course and the temporary ones, set up between May and October for watering and moving the typical grand wooden waterwheels that were introduced by the Arabs.
The Mouchão is an island in the Nabão River right in the centre of the town, with plane trees, beeches, willows, elms and its waterweel, which the Arabs left behind many centuries ago.Albufeira do Castelo  do Bode foto  Fernando Piqueiro web
The weel can move 750 hectolitres an hour, a calculation worked out by Nini Ferreira, from the fact that each ceramic jar holds about 5 litres and from the rotation speed.

 

Mata Nacional dos 7 Montes 

charolinhawebAntiga cerca dos Freires do Convento de Cristo. Estende-se por 39 hectares murados e conta com enorme variedade de espécies vegetais. António da Costa Cabral adquiriu-a em 1837, por 5$000 (cinco mil réis); em 1938, após aquisição pelo Estado, foi transformada em Parque Florestal e Jardim que abre diretamente a cidade.

 

HORÁRIO:
Inverno (Outubro a Maio)
08h30 às 17h30
Verão (Junho a Setembro)
08h30 às 19h30

Mata dos Sete Montes Park

The old walled garden that once belonged to the friars of the Convent of Christ, 39 hectares containing a wide variety of plant species. Bougth by António Costa Cabral in 1837 for 5$000 (five thousand reals), in 1938 it was taken over by the state and turned into a public park and wood, opening onto the town.

 

SCHEDULE:
Winter (October to May)
08h30 to 18h
Summer (June to September)
08h30 to 19h30 

 

 

LICENCIAMENTO DIGITAL

 

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249 329 800

Câmara Municipal


presidencia@cm-tomar.pt


Praça da República 

2300-550 - Tomar 

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