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Caminho de Santiago

Caminho de Santiago

 

O Caminho de Santiago, ao longo da Idade Média foi percorrido por povos oriundos de toda a Cristandade, o que permitiu a circulação e difusão de ideias, usos e costumes. O seu papel na construção de uma cultura europeia é inquestionável.

Caminho de Santiago - Imagem site 02

 Caminho de Santiago Tomar 01
De todos os caminhos de Santiago, o Caminho Francês foi e é o mais conhecido e utilizado. Este Caminho vindo de França, atravessa os Pirinéus e o Norte da Península Ibérica, até Santiago de Compostela e, para alguns até ao Cabo Finisterra.
Em Portugal, à medida que a reconquista cristã avançava para Sul foram-se organizando vários percursos para chegar a Santiago, os caminhos calcorreados eram maioritariamente terrestres, mas também eram apoiados por percursos fluviais e marítimos.
O mais utilizado é o designado por Caminho Português que ligava as cidades de Lisboa, Porto e Santiago. Muitos peregrinos vindos do sul e centro da Península, como os que vinham de Sevilha ou Salamanca
optavam pelo caminho Português para mais facilmente chegarem junto do túmulo do Apóstolo.

Tomar, pela sua situação privilegiada – ponto central entre Lisboa e Porto, com garantia de defesa e hospitalidade pelo Castelo dos Templários desde o séc. XII e, posteriormente pela Ordem de Cristo – foi um dos pontos fundamentais do Caminho Português. Um dos principais acessos ao castelo e convento de Cristo tem a designação de Calçada de Santiago. Este topónimo, bem como vários relatos escritos no séc. XVII e XVIII documentam que o Caminho passava por Tomar e pelo Convento de Cristo, monumento hoje classificado como Património da Humanidade.

Este percurso que se inicia no Grou-Asseiceira, passando na capela de S. Lourenço, pelo Convento de Cristo, centro histórico, ponte gótica de Peniche - Casais, Soianda e Chão das Eiras está devidamente assinalado com setas amarelas.

 

 

 

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