Festa dos Tabuleiros

 

 

Única no mundo, a Festa dos Tabuleiros realiza-se de quatro em quatro anos. A próxima festa está prevista para 2019.

 

Unique in the world, the Trays Festival is held every four years. The next festival held in 2019.

 

Flyer

 

icon pdf pequeno Flyer da Festa dos Tabuleiros 2015

 

 

Sede da Comissão:
Casa Vieira Guimarães
Rua Serpa Pinto nº 6
2300-592 Tomar

Email:  Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

Site: www.tabuleiros.org

GPS:
N - 39º 36' 16,17''
W - 008º 24' 43,54''

 

FESTA DOS TABULEIRQS 

A Festa dos Tabuleiros realiza-se de 4 em 4 anos no princípio de julho. A sua origem remonta ao Culto do Espirito Santo, instituído no Séc. XIV, mas nela se vislumbram as origens remotas das Festa 1antigas festas das colheitas, seja pela profusão de flores, seja pela presença do pão e das espigas de trigo nos tabuleiros. 

Ao Cortejo, ponto alto dos festejos, associa-se um rico conjunto de intervenções culturais e recreativos, de que se destacam o Cortejo dos Rapazes, o Cortejo do Mordomo, as Ruas Populares Ornamentadas, os jogos Populares, os Cortejos Parciais, os Arraiais Populares e a Pêza. 

A Festa inicia-se no Domingo de Páscoa, com a Saída das Coroas e Pendões de todas as freguesias em procissão animado por gaiteiros, tamborileiros, fogueteiros e bandas de música. 

A partir daí, repetir-se-á sete vezes tal Procissão, apresentando apenas as Coroas e Pendão da Cidade e algumas das freguesias. Vedada a participação das crianças no Grande Cortejo, o Cortejo dos Rapazes é a solução encontrada para que às crianças seja dada a possibilidade de viverem intensamente a sua Festa. O Cortejo dos Rapazes é um cortejo à imagem da Grande Cortejo, que ocorre na domingo anterior a este, nele participando os alunos dos Jardins de Infância e Escolas Básicas.Festa 3

 Na sexta-feira anterior ao Cortejo dos Tabuleiros tem lugar o Cortejo do Mordomo, o qual simboliza a entrada na cidade dos bois do sacrifício que, no passado, viriam a ser abatidos para distribuição da carne.

Antigamente chamava-se Cortejo dos Bois do Espírito Santo; hoje é um importante cortejo de carruagens e cavaleiros, com as parelhas de bois à cabeça.

As ruas do Centro Histórico, vedadas ao trânsito, são ornamentadas com milhões de flores de papel confecionadas durante muitos meses de labor apaixonado. 

No sábado anterior ao do Grande Cortejo, de manhã, chegam das freguesias, nos Cortejas Parciais, as centenas de Tabuleiros que no dia seguinte irão desfilar. À tarde têm lugar no Estádio Municipal, os jogos Populares Tradicionais (corrida de bilhas e pipas, tração de cordas, subida do pau ensebada, chinquilho,…).

No Domingo, o Cortejo dos Tabuleiros inicia-se com gaiteiros e fogueteiros. Depois, o Pendão do Espirito Santo e as três Coroas dos Imperadores e Reis. Seguem-se os Pendões e Coroas de todas as freguesias. 

O Cortejo é um caudal imenso e serpenteante de cor e música. Centenas de pares fazem o cortejo: elas, de branco, com uma fita colorida a cruzar o peito, levando no alto os Tabuleiros; eles, de camisa branca e mangas arregaçadas, calças escuras, barrete ao ombro e gravata na cor da fita da rapariga. A fechar o Cortejo vão os carros triunfais do pão, da carne e do vinho puxados pelos bois do sacrifício simbólico. 

O Tabuleiro é o Símbolo e principal alfaia da Festa dos Tabuleiros. Deve ter a altura da rapariga que o carrega. Ornamenta-se com flores de papel, verdura e espigas de trigo. É constituído por 30 pães de formato especial e 400 gramas cada, enfiados equitativamente em 5 ou 6 canas. Estas saem de um cesto de vime envolvido em pano bordado e são rematadas, no topo, por uma coroa encimada pela Cruz de Cristo ou Pomba do Espírito Santo. O traje feminino compõe-se de vestido comprida, branco, com uma fita colorida a cruzar o peito; o masculino é uma simples camisa branca de mangas arregaçadas, calças escuras, barrete preto ao ombro e gravata na cor da fita da rapariga. 

Segunda-feira após o Cortejo, a rematar a Festa, manda a Tradição e a Solidariedade que aos necessitados se distribua a carne, o pão e o vinho que foram benzidos no dia anterior - a Pêza.

 

 

THE FESTIVAL OF TRAYS

The Trays Festival is held every four years in early July. It has origins in the Cult of the Holy Spirit, which began in the 16th century, but we can see in it traces of earlier harvest festivals, such as in the profusion of flowers and the fact that bread and ears of wheat are present on the trays.
The Procession, which is the high point of the festivities, takes place alongside a wealth of cultural and recreational events, the most important of which are the Boy’s Procession, the “Mordomos’s” Procession, the decorating of the popular streets, the popular games, the Partial Processions, the popular parties and the “Pêza”.
The Festival starts on Easter Sunday when the Crowns and Standards representing all the parishes are brought out in a processionenlivened by pipers, drummers, firework launchers and bands. From this point on, this is repeated seven times but with the Crowns and Standards of the town and just a few on the parishes each time. As children are not allowed to take part in the big procession, the Boy’s procession was created so that the children could have their own festival. The Boy’s procession is an exact copy of the adults one but it in held on the previous Sunday. Children from Nursery and Primary school take part.
Festa 2On the Friday before the Main Procession there is the “Mordomo’s” Procession, simbolising the entrance into the town of the sacrificial oxen, which, in the past, would have been slaughtered, and the meat distributed to the poor. In the past this procession was called the Procession of the Holy Spirit; today it is an impressive procession of carts and people on horseback with pairs of oxen at the head.
The streets of the historic centre are closed to traffic and decorated with millions of hand made paper flowers, which represent months of intense but enthusiastic work.
On the morning of the Saturday before the Main Procession, the Partial Processions come from the parishes; hundreds of Trays that will be paraded the next day. That afternoon, the traditional popular games are held in the Municipal Stadium (races with jars and barrels, tugs of war, climbing the greasy pole, quoits).
On the Sunday, the Procession of Trays starts with the pipers and drummers. Next come the Standard of the Holy Spirit and the three Crowns of the Emperors and Kings. After that come the Standards and Crowns of all the parishes.
The Procession is an immense weaving train of colour and music, made up for hundreds of pairs: the girls in white, with a broad ribbon tied across their front, carrying the tray on their heads; the boys in white shirts with sleesves rolled up, black trousers, a berent on their shoulder and a tie that matches the colour of the girl’s ribbon.
The triumphal carts of breads, meat and wine, pulled by the symbolic sacrificial oxen, bring up the rear of the procession.

The Trays the symbol and main decorative feature of the Festival of Trays. It should be the same height as the girl who carries it. It is decorated with paper flowers, greenery and ears of wheat. It also made up with 30 bread rools of a special size, each wighing 400 grams, threaded onto 5 or 6 canes. The later emerge from a wicker basket, wich is wrapped in a white embroidered cloth, and on top it isfinished off with Cross of Christ or a Dove of the Holy Spirit, the girl’s outfit consists of a long, white dress with a coloured ribbon across the front; the boy’s one is a simple, white shirt with sleeves rolled up, dark trousers, black beret on the shoulder and a tie the same colour as the girl’s ribbon.

On the Monday afterv the Procession, to round off the Festival, tradition and solidarity demand that meat, bread and wine that were blessed the previous day – the “Pêza” – should be distributed to the needy.

 

 

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