No mesmo local, o salão nobre dos Paços do Concelho, onde há cerca de dois anos atrás o povo de Tomar decidiu fazer a Festa em 2023, foram hoje apresentadas publicamente as contas dos Tabuleiros, por parte do mordomo, Mário Formiga, e do presidente da Câmara, Hugo Cristóvão.
Da parte da autarquia, o edil revelou que os custos com a realização do evento totalizaram 1.314.039,89 €, com proveitos no valor de 215.954,48 €, pelo que o investimento total na Festa dos Tabuleiros, suportado pelo orçamento municipal, foi de 1.098.085,41 €. De destacar que destes, muito mais de metade foram gastos na economia local.
O autarca sublinhou que a utilização dos mecanismos de contabilidade analítica tem vindo a permitir identificar mais facilmente os custos específicos de cada setor e atividade, o que se reflete depois numa atribuição muito mais fidedigna dos gastos, como é o caso, por exemplo, das despesas com pessoal. Por outro lado, houve um aumento significativo dos preços entre 2019 e 2023, que se refletiu nas contas finais.
Em síntese, concluiu o presidente, seria possível fazer uma Festa mais barata, mas não seria a mesma coisa.
Da parte da Comissão da Festa, o mordomo apontou os valores apurados: um total de custos de 889.952,78 €, com proveitos que somaram 909.549,97 €, o que deu um resultado de 19.597,19 €.
Mário Formiga salientou ainda que, segundo análise da PSP, terá havido cerca de 700 mil visitantes em Tomar no total dos dois fins-de-semana dos Tabuleiros, o que, do seu ponto de vista, permite extrapolar um número global de cerca de um milhão de pessoas na cidade ao longo dos dez dias.

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