Manobras - 3.º Festival Internacional de Marionetas e Formas Animadas

Teatro
Data: 14 de setembro - 30 de outubro

Sábado, 14 setembro, 16h00 e 21h30, Praça da República:
Sorriso (Teatro Só)
Como se escreverá uma história de amor, de um amor que perdura no tempo, que preenche uma vida até ao seu crepúsculo e que nunca acabará para aquele que ainda guarda o passado? Esta história de amor não se inspira na morte de Romeu e Julieta, mas sim na vida em comum de um velho casal para quem o amor se consumou numa vida de sorrisos.
Espetáculo selecionado pelo grupo de Visionários.
(M/6 | 30 min.)

 

Domingo, 15 setembro, 16h00, Mouchão Parque:
Das Cinzas (FIAR - Centro de Artes de Rua)
Das Cinzas propõe um percurso encantatório numa floresta, no qual os espectadores, quais peregrinos, sentem a terra com os pés e despertam os sentidos para a sua virtude. Atravessam a floresta como num percurso de iniciação e eis que a Fénix passa, transformando tudo em cinzas e fumo. Quando se regressa, talvez a floresta já não seja a mesma, talvez já nem esteja lá, ou talvez se tenha transformado numa outra coisa, num espaço Fénix, onde restam apenas cinzas, fumo e memórias, mas no qual também é possível renascer.
(M/6 | 50 min.)

 

Sábado, 21 setembro, 16h00 às 18h00 e 21h30 às 24h00, Praça da República:
Guardar Segredo (Amarelo Silvestre)
Guardar Segredo é um conjunto de espetáculos de teatro que acontecem dentro de um guarda-fatos. Um guarda-fatos colocado na rua. Na rua existem muitas pessoas. Muitas pessoas não cabem dentro de um guarda-fatos. Dentro do guarda-fatos cabe apenas uma pessoa. Uma pessoa é a medida certa para assistir a um dos espetáculos de Guardar Segredo. Aos outros espetáculos de Guardar Segredo assistem outras pessoas? Outras pessoas não, uma outra pessoa. E depois outra pessoa. E depois outra e outra. O que se irá passar lá dentro é coisa que não deve ser sabida por mais ninguém. Um espetador, um ator, cinco minutos.
(M/12 | recitais individuais de 5 min.)

 

Sábado, 28 setembro, 10h30 (espectáculo) e 12h00 (oficina), Cine-Teatro Paraíso:
Mininu [espetáculo] + Di Mininus [oficina] (Fernando Mota / A Caravana Passa)
Era, era? Era certo. Esta é a história de um menino que tinha um sonho.
É uma história de fuga e de viagem, desde os campos de arroz e os tambores mandinga de Gabu aos ritmos da Guiné Conakry, passando por Moscovo, Bissau e Lisboa. O que tem um menino de fazer para encontrar o seu lugar na vida e no mundo?
A Mininu segue-se oficina Di Mininus, que explora os materiais e os métodos que deram origem ao espetáculo. Os participantes poderão tocar alguns instrumentos tradicionais e experimentais criados para este espetáculo, para além de dinamizarem jogos rítmicos e musicais com objetos, aprendendo também canções nas línguas dos povos da Guiné.
(M/6 | espectáculo – 2€, 45 min. | oficina – livre, 1h, máx. 15 participantes)

 

Quinta, 3 outubro, 11h00, Complexo Cultural da Levada:
Para que servem as mãos (Teatro e Marionetas de Mandrágora)
O Sol nasce, o galo canta e os pássaros chilreiam, são horas de acordar! Toca a levantar! O bebé só quer brincar, mas há muito que fazer. A mãe precisa de trabalhar, não há tempo a perder. O bebé ca zangado, faz asneiras por todo o lado. Vai procurar outra casa onde lhe possam dar atenção, onde possa fazer o que quer, comer doces, e ver televisão... O que será que vai encontrar? Qual será a solução para tamanha confusão?
(M/6 | 40 min. | entrada livre, com prioridade para público escolar)

 

Quinta, 10 outubro, 11h00 e 14h00, Biblioteca Municipal de Tomar:
Era uma vez uma esponja do mar… Histórias do início da vida (Margarida Botelho)
A partir do livro A Vida na Terra, de David Attenborough, esta oficina propõe recriar a evolução da vida através de imagens, desde os primeiros organismos unicelulares até aos complexos peixes
e répteis. Como uma fábula que se vai desdobrando em episódios científicos ou fictícios, a viagem culmina no Presente, onde os ecossistemas naturais no mar e na terra se encontram ameaçados. O que fazer? Há que criar, agir e materializar soluções, que serão ilustradas e compiladas num livro.
Oficina selecionada pelo grupo de Visionários.
(M/6 | 1h | entrada livre, com prioridade para público escolar)

 

Sexta, 18 outubro, 21h30, Cine-Teatro Paraíso:
MANIPULA#SOM (Radar 360º)
Concerto visual de contornos circenses, cuja linguagem artística nasce do diálogo entre a manipulação de objetos e a música interativa! À expressão visual do malabarismo acrescenta- se uma dimensão sonora, que vê no som uma matéria a esculpir e manipular. Depurado surge o gesto do manipulador, pronto a desencadear sequências, mecanismos, ritmos e outros padrões sonoros e visuais. Os objetos transformam-se e recriam-se à nossa volta. Os corpos relacionam-se com eles e jogam... Tudo isto se ouve e se compõe!
(M/6 | 50 min. | 3€)

 

Terça, 22 outubro, 11h00, Complexo Cultural da Levada:
Achimpa (Valdevinos)
Num dia normal na biblioteca, um investigador descobre uma palavra desaparecida desde os tempos dos afonsinhos: ACHIMPA. Todos a usam, mas não sabem como. Será que a Dona Zulmira conhece essa palavra? Certamente que sim. Os investigadores resolvem percorrer a cidade, as feiras, as bibliotecas, as livrarias em busca do seu significado... Há debates nas rádios, nas televisões e até o primeiro-ministro tem uma palavra a dizer. Será um pronome? Um nome? Um verbo? Ou um adjetivo? Um convite ao público para brincar com as palavras?
(M/3 | 45 min. | entrada livre)

 

Sexta, 25 outubro, 21h30, Cine-Teatro Paraíso:
Le Fumiste (Cia. Don Davel)
As lembranças são como o fumo: surgem e dançam perante aos nossos olhos; enchem o presente de formas tão vivas que mais parecem realidade. Mas quando tentamos apanhar essas lembranças, eis que elas nos escapam entre os dedos, mudam de forma e desvanecem-se. Le Fumiste apela ao humor, à magia e à poesia num espetáculo que é uma homenagem à memória.
(M/6 | 55 min. | 3€)

 

Quarta, 30 outubro, 11h00 (espectáculo) e 11h30 (visita), Complexo Cultural da Levada:
Os Livros do Rei (Raimundo Cosme / Plataforma 285) + Visita com exibição da curta-metragem “Levada Sem Fim” (António-Pedro)
Um príncipe que sobe ao trono após a morte do pai num terramoto que destruiu a cidade por completo. Apaixonado pela literatura e crente na possibilidade de criar um mundo melhor – a partir das imagens maravilhosas que guardava das suas leituras – o príncipe decide imaginar, projetar e (talvez até) reconstruir a sua cidade. Um espetáculo que habita entre a literatura, o teatro e a ilustração.
(M/6 | 30 min. | entrada livre)

 

Organização: ARTEMREDE / Município de Tomar

 

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